A Polícia Federal marcou para a próxima segunda-feira (29), os depoimentos do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) e do ex-secretário de Comunicação Weligton Moraes, presos por tentativa de suborno no chamado mensalão do DEM. Essa será a primeira vez que Arruda falará sobre as denúncias de que comandaria o suposto esquema de corrupção. Arruda será ouvido na parte da manhã na Superintendência da Policia Federal, local onde está preso, enquanto Weligton Moraes será ouvido no Complexo Penitenciário da Papuda.
De acordo com a assessoria da PF, os 40 envolvidos no caso serão ouvidos até quinta-feira (1/4). Uma força tarefa será montada, com grupos de delegados e escrivãos para ouvir dez depoimentos por dia. As oitivas serão divididas entre a sede da PF e a Papuda, no caso dos envolvidos presos. Além de Arruda e Moraes, o ministro Fernando Gonçalves determinou que a PF ouvisse o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do DF, Domingos Lamoglia, o pivô do escândalo do mensalão do DEM, Durval Barbosa, e o ex-secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, em até no máximo três dias.
Preso desde 11 de fevereiro, Arruda deve retornar à liberdade após os depoimentos de outros citados na operação, já que a Justiça avalia que depois de todos os envolvidos serem ouvidos, Arruda não oferecerá perigo de intervir nos depoimentos. A defesa do ex-democrata, que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral reclamava que, em mais de 180 dias de investigação, Arruda ainda não tinha apresentado a sua versão para as denúncias. Ontem, o ex-vice-governador Paulo Octávio, que renunciou ao cargo por causa da crise política, resolveu apresentar-se espontaneamente à Polícia Federal. Acompanhado de seu advogado, ele ficou calado.
http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2010-03-26/politica/1320/ARRUDA-VAI-DEPOR-NA-PF-SOBRE-AS-DENUNCIAS.pnhtml
De acordo com a assessoria da PF, os 40 envolvidos no caso serão ouvidos até quinta-feira (1/4). Uma força tarefa será montada, com grupos de delegados e escrivãos para ouvir dez depoimentos por dia. As oitivas serão divididas entre a sede da PF e a Papuda, no caso dos envolvidos presos. Além de Arruda e Moraes, o ministro Fernando Gonçalves determinou que a PF ouvisse o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do DF, Domingos Lamoglia, o pivô do escândalo do mensalão do DEM, Durval Barbosa, e o ex-secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, em até no máximo três dias.
Preso desde 11 de fevereiro, Arruda deve retornar à liberdade após os depoimentos de outros citados na operação, já que a Justiça avalia que depois de todos os envolvidos serem ouvidos, Arruda não oferecerá perigo de intervir nos depoimentos. A defesa do ex-democrata, que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral reclamava que, em mais de 180 dias de investigação, Arruda ainda não tinha apresentado a sua versão para as denúncias. Ontem, o ex-vice-governador Paulo Octávio, que renunciou ao cargo por causa da crise política, resolveu apresentar-se espontaneamente à Polícia Federal. Acompanhado de seu advogado, ele ficou calado.
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