
Brincos, colares, anéis e chinelos são alguns dos produtos fabricados pela família Oliveira, a partir do aproveitamento de garrafas plásticas vazias. “Trabalhava como cozinheira de uma churrascaria, mas a renda não estava ajudando muito no sustento da casa. Eu vi na televisão uma moça falando sobre reciclagem e resolvi me arriscar”, conta a matriarca e fundadora do grupo, Égide Oliveira, 56.
O grupo nasceu há cinco anos, em Planaltina, com uma pequena demanda, atendendo só parentes e vizinhos. Uma das filhas, que já trabalhava com artesanato, veio de Fortaleza integrar o grupo, composto apenas por Égide e suas filhas. Com a chegada de Maria Gláucia de Oliveira, 38 anos, o grupo aumentou a demanda e, em julho do ano passado, criaram o nome “Oliveiras” como forma de batizar as peças artesanais. “Eu gosto tanto de artesanato que não pensei duas vezes antes de vir. Pensamos em aumentar o grupo e até criar um site pra contar a nossa história e vender as nossas peças”, comemora Gláucia.
O grande salto do Oliveiras foi quando o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) incluiu o grupo no projeto Moda Solidária, que aumentou para 20 o número de encomendas mensais. “Uma amiga trouxe uma representante do ministério que gostou muito do nosso trabalho e nos indicou para entrar no projeto. Com isso, tivemos o nosso primeiro grande reconhecimento que foi desfilar as nossas peças no Capital Fashion Week. No final, até desfilei na passarela”, lembra a artesã.
Além de gerar emprego e renda, o uso do plástico na produção das peças garante sustentabilidade e responsabilidade social. Para conhecer o trabalho das artesãs basta ligar no 3388-7196 ou procurar o projeto Moda Solidária.
http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2010-02-01/cidades/21/ARTESAS-TRANSFORMAM-PLASTICO-EM-BIJUTERIAS.pnhtml
O grupo nasceu há cinco anos, em Planaltina, com uma pequena demanda, atendendo só parentes e vizinhos. Uma das filhas, que já trabalhava com artesanato, veio de Fortaleza integrar o grupo, composto apenas por Égide e suas filhas. Com a chegada de Maria Gláucia de Oliveira, 38 anos, o grupo aumentou a demanda e, em julho do ano passado, criaram o nome “Oliveiras” como forma de batizar as peças artesanais. “Eu gosto tanto de artesanato que não pensei duas vezes antes de vir. Pensamos em aumentar o grupo e até criar um site pra contar a nossa história e vender as nossas peças”, comemora Gláucia.
O grande salto do Oliveiras foi quando o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) incluiu o grupo no projeto Moda Solidária, que aumentou para 20 o número de encomendas mensais. “Uma amiga trouxe uma representante do ministério que gostou muito do nosso trabalho e nos indicou para entrar no projeto. Com isso, tivemos o nosso primeiro grande reconhecimento que foi desfilar as nossas peças no Capital Fashion Week. No final, até desfilei na passarela”, lembra a artesã.
Além de gerar emprego e renda, o uso do plástico na produção das peças garante sustentabilidade e responsabilidade social. Para conhecer o trabalho das artesãs basta ligar no 3388-7196 ou procurar o projeto Moda Solidária.
http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2010-02-01/cidades/21/ARTESAS-TRANSFORMAM-PLASTICO-EM-BIJUTERIAS.pnhtml
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